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Câmara de Comércio e Indústria Brasil - Belarus

Quem somos

CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA BRASIL - BELARUS (CCIBB): HISTÓRICO

QUEM SOMOS

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil - Belarus (CCIBB) foi fundada em abril de 1999, durante a visita do Senhor Aleksandr Sazonov, Ministro de Estado de Empresariado e de Investimentos de Belarus e do Sr. Petr A. Kapitula, Assessor do Presidente da República da Belarus ao Brasil. A câmara tem abrangência nacional e está filiada à Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), a mais antiga associação de classe no Brasil, e à Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE), filiada à Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Os fundadores da Câmara foram a Federação das Câmaras de Comércio Exterior, diplomatas, representantes dos governos, empresários e personalidades públicas, entre eles, o Embaixador Sizínio Pontes Nogueira, ex-Embaixador do Brasil na Rússia e o Dr. Nilo Neme, membro do Conselho da FCCE. Atualmente a Diretoria é representada pelo Dr. Jorge Scévola de Semenovitch, arquiteto, escritor e ex-Assessor do Prefeito do Rio de Janeiro, Dr. Aluísio de Souza Sobreira, Vice-Presidente da Câmara Brasileira de Contêineres e Transporte Multimodal – CBC, Dr. Célio Schwartz, da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Prof. Dr. Claudio Ivanof Lucarevschi, Secretario dos Transportes do Município de Itaboraí, RJ, outros empresários, pessoas físicas e jurídicas.

Celebramos o Acordo de cooperação com a Câmara Nacional de Comércio e Indústria Brasil - Belarus (BelTPP) em 2001 e com a sua filial na cidade de Brest, em 2013. Temos parcerias com as Câmaras de Comércio bilaterais da Rússia e da China, universidades (UFRJ, UERJ). Assinamos o memorando de entendimento com a Bolsa Universal de Commodities de Belarus em 2012. Em 2014 fechamos uma parceria com a Confederação Empresarial da República de Belarus. 

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil - Belarus é uma associação sem fins lucrativos, um órgão consultivo e informativo, que organiza visitas, eventos específicos para empresas e instituições associadas, que atuam no comércio bilateral e multilateral, sendo que a perspectiva da mesma se define como uma das versáteis e promissoras entidades de amparo e de estímulo ao intercâmbio econômico e comercial entre empresários brasileiros e parceiros no emergente espaço pós-soviético.

ATIVIDADES

Através dos seus órgãos técnicos a Câmara atende a consultas de associados sobre aspetos gerais e específicos do comércio bilateral, pesquisa e sugere a associados propostas de negócios, que abrangem áreas de comércio, indústria, ciência, tecnologia, cultura e turismo, canaliza sugestões de procura de negócios pelo eixo Brasil - Belarus.

Mediante contatos permanentes com Câmaras congêneres de Comércio e Indústria nos dois países, bem como por intermédio de órgãos governamentais e não-governamentais, assistida pela Embaixada de Belarus em Brasília, a Câmara Brasil - Belarus busca complementar a promoção comercial de produtos e serviços das instituições e empresas associadas. A Câmara orienta comitivas comerciais do Brasil e de Belarus em viagens recíprocas, oferecendo informações e assessorando integrantes das missões, organiza seminários, promove feiras e exposições.

A Câmara coloca à disposição dos associados, sob qualquer forma acessível, as informações, sobre a exportação e importação, legislação fiscal, financeira e cambial, transportes, logística  e comunicações, veicula informações sobre atividades da Câmara e oportunidades de negócios no Brasil e na Belarus.

A Câmara promove encontros, palestras, seminários, conferências, convidando autoridades, lideranças empresariais, especialistas para debaterem com os associados os rumos e os ajustes dos intercâmbios econômicos, comerciais, tecnológicos, turísticos, esportivos e culturais.

DIREITOS DOS ASSOCIADOS

• Eleger e ser eleito para órgãos da Diretoria;
• Ter acesso às informações, relatórios e comunicações, referentes a atividades da Câmara e a oportunidades de negócios;
• Participar de iniciativas e de eventos de caráter comercial, cultural e social, bem como em palestras, almoços de trabalho, conferências, cerimônias de acolhimento de autoridades e personalidades, e em todos os demais empreendimentos, como feiras, viagens e encontros e outros atos de significado bilateral.

Observação: a Câmara não remunera por qualquer forma os cargos de sua Diretoria, Conselhos e não distribui lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretexto.

DEVERES DOS ASSOCIADOS

• Fazer contribuições sociais regulares;
• Participar de Assembleias Gerais e de atividades da Câmara.

 

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Politica internacional

  • Pleito deve reforçar ainda mais a posição do presidente Nicolás Maduro, já que os partidos de oposição foram excluídos do processo eleitoral, realizado em meio à uma crise humanitária marcada pelo êxodo em massa da população. Já se espera um baixo índice de participação no pleito para eleger os vereadores na Venezuela Reuters/Marco Bello Os venezuelanos vão às urnas neste domingo (9) para escolher seus vereadores. O pleito deve reforçar ainda mais a posição do presidente Nicolás Maduro, já que os partidos de oposição foram excluídos do processo eleitoral, realizado em meio à uma crise humanitária marcada pelo êxodo em massa da população. Cerca de 20,7 milhões de venezuelanos, de um total de 30,6 milhões, estão habilitados para eleger 2.459 vereadores em 335 câmaras municipais neste domingo. A eleição acontece a menos de um mês de o presidente Nicolás Maduro assumir um segundo mandato (2019-2025). Com essa eleição, o chavismo espera fortalecer seu controle institucional. Principalmente em razão da exclusão dos partidos de oposição, considerados inaptos pelo órgão eleitoral para participarem da disputa, em meio a profundas divisões entre os setores políticos contrários ao presidente. No entanto, o pleito não parece mobilizar a população e já se espera um baixo índice de participação. Os venezuelanos continuam muito mais preocupados com a crise que enfrenta o país, com falta de alimentos e uma inflação galopante que deve atingir 1.350.000% até o final deste ano, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Filas nos consulados em busca de visto A prova desse desengajamento político pode ser vista nas portas dos consulados de Caracas, onde os venezuelanos continuam fazendo filas na tentativa de obter um visto para deixar o país. “Não vivemos mais na Venezuela. Sobrevivemos! Deixar o país não é um capricho de ricos, e sim uma necessidade" se revolta a arquiteta Lucy, que espera há seis meses por um visto chileno. “Apesar de ter trabalhado muito este ano, não consigo pagar meu aluguel ou comprar comida”, explica a venezuelana. A maioria dos moradores tenta fugir para países vizinhos, muitas vezes de forma ilegal, mas alguns têm a esperança de migrar para a Europa. É o caso de Alejandro, filho de espanhóis que tenta obter um passaporte europeu. “Tem muitos pedidos nesse momento e a coisa deve piorar. Eu ouço diariamente amigos ou pessoas próximas da minha família dizendo que estão se preparando e pretendem deixar o país no ano que vem”, relata. “Eu nunca pensei sair da Venezuela, mas diante da situação atual não tenho escolha. Mas espero que não seja para sempre”, explica.

  • O Pacto Mundial para uma Migração Segura, Ordenada e Regular apresenta 23 objetivos para facilitar a migração legal e gerir melhor os fluxos, em um momento no qual o número de pessoas que migram em todo o planeta superou os 250 milhões. Crianças refugiadas rohingya brincam em um balanço em um campo de refugiados em Cox's Bazar, em Bangladesh Mohammad Ponir Hossain/Reuters Representantes do mundo todo devem se reunir a partir desta segunda-feira (10) em Marrakesh, no Marrocos, para uma conferência internacional na qual é prevista a ratificação de um acordo das Nações Unidas sobre migração. No entanto, vários países rejeitaram o pacto e boicotaram o evento, que deve durar dois dias. O Pacto Mundial para uma Migração Segura, Ordenada e Regular foi concluído em julho na ONU, depois de 18 meses de negociações, e será adotado formalmente durante a cúpula em Marrakesh. O acordo, que busca promover um enfoque comum sobre os crescentes fluxos migratórios, é não vinculativo, o que significa que não há sanções previstas para as nações que desrespeitarem o texto. Mesmo assim, o pacto se tornou alvo de políticos populistas que o consideram uma ofensa à soberania nacional. Os Estados Unidos abandonaram as negociações em dezembro passado, sete meses antes de a Hungria fazer o mesmo. Desde então, República Dominicana, Austrália, Israel, Polônia, Eslováquia, República Tcheca, Áustria, Suíça e Bulgária rejeitaram publicamente o acordo ou anunciaram à ONU que não pretendem enviar representantes a Marrakesh.   Mas os principais patrocinadores do processo, como a Alemanha, estarão presentes no Marrocos para apoiar o pacto. A ONU também mantém o otimismo em poder ajudar o mundo a lidar melhor com esta questão. "Estou muito confiante. Um grande número de Estados mantém a sua palavra. Chegaram a um acordo em 13 de julho em Nova York depois de negociações muito sérias e intensas", declarou Louise Arbour, representante especial da ONU para migrações. "Os países que abandonaram o processo haviam obtido concessões durante as negociações, e devo admitir que [o boicote] me parece um pouco surpreendente", continuou. Facilitar a migração legal Este acordo global apresenta 23 objetivos para facilitar a migração legal e gerir melhor os fluxos, em um momento no qual o número de pessoas que migram em todo o planeta superou os 250 milhões. O texto havia sido apresentado como um exemplo de sucesso diplomático da ONU, alcançado sem os Estados Unidos, cujo presidente, Donald Trump, põe em dúvida a relevância da organização internacional. No entanto, o texto não foi atacado apenas por políticos de extrema direita, mas também por ativistas que consideram que o acordo não vai longe o suficiente em termos de ajuda humanitária, serviços e direitos dos migrantes. Gotz Schmidt-Bremme, presidente da iniciativa da ONU Fórum Global para a Migração e o Desenvolvimento, admitiu que o acordo se tornou um "texto controverso", mas insistiu que é necessário um enfoque comum. “Talvez os benefícios da migração legal estejam enfatizados em excesso e nos esqueçamos dos desafios (...) Subestimamos a necessidade de que existam comunidades que querem, sobretudo, que os migrantes se integrem", reconheceu. Já os defensores do texto atacaram o que consideram uma campanha para desmerecer o acordo e transformá-lo em uma questão política interna que pode atrair eleitores. "Estamos testemunhando uma manipulação por parte de alguns setores políticos, de uma tergiversação dos objetivos do pacto", disse Antonio Vitorino, diretor da Organização Internacional para as Migrações. "É claro que há desafios, a imigração irregular é uma ameaça, mas devemos reagir à narrativa negativa nos mobilizando politicamente", acrescentou. Depois da conferência de Marrakesh, a Assembleia Geral adotará uma resolução que respalde formalmente o pacto migratório. Cúpula gerou crise interna na Bélgica Os líderes de Espanha, Alemanha, Grécia e Portugal participarão da conferência. Já o presidente francês, Emmanuel Macron enviará um representante ministerial para que possa lidar com os protestos dos “coletes amarelos” contra seu governo. O primeiro-ministro belga, o liberal Charles Michel, obteve o acordo do Parlamento para ir ao Marrocos e respaldar o pacto, mas sua coalizão perdeu o respaldo de um importante partido nacionalista sobre o tema. A tal ponto que os ministros da Nova Aliança Flamenga (N-VA) anunciaram, neste domingo (9), sua saída da coalizão que governa há quatro anos na Bélgica devido a uma divergência sobre o texto que deve ser ratificado em Marrakesh. A disputa interna deixou o premiê diante de um governo minoritário e na obrigação de escolher, às pressas, novos ministros do Interior, Migração, Defesa e Finanças.

  • Madison, um mestiço de pastor da Anatólia, só reencontrou sua dona quando ela recebeu autorização para voltar ao local. Protetora levou água e comida para ele durante semanas; irmão tinha sido levado para abrigo e também foi recuperado. Imagem de vídeo gravado por Shayla Sullivan mostra o reencontro do cão Madison com sua dona, Andrea Gaylord, em Paradise, na Califórnia, na sexta-feira (7) Shayla Sullivan via AP Um cão que sobreviveu ao catastrófico incêndio no norte da Califórnia aparentemente protegeu as ruínas de sua casa por quase um mês até que sua dona retornasse. Madison estava lá esperando quando Andrea Gaylord recebeu permissão para retornar ao local onde ficava sua casa, em Paradise, na sexta-feira (7). Gaylord estava fora de casa e teve que fugir sem poder voltar para buscar seus cães quando o incêndio de 8 de novembro irrompeu e dizimou a cidade de 27 mil habitantes. Madison é visto entre ruínas da casa de sua dona em Paradise, na Califórnia, na sexta-feira (7) Shayla Sullivan via AP Dias depois Madison foi visto pela primeira vez por Shayla Sullivan, uma protetora de animais que Gaylord havia contatado e pedido para procurar por seus cães, dois mestiços de pastor da Anatólia. Shayla Sullivan disse que o cão de guarda estava apreensivo e manteve distância. Sullivan deixou comida e água para ele regularmente até Gaylord poder voltar. A protetora também ajudou a localizar o irmão de Madison, Miguel, que foi levado para um abrigo a 135 quilômetros de distância, no confuso período após o incêndio. Initial plugin text "Se (os evacuados) não puderem estar lá, eu vou ficar e não vou desistir de seus animais até que eles possam voltar", disse Sullivan. Os cães se reuniram na sexta-feira quando Gaylord voltou para a propriedade com Miguel e trouxe para Madison seu petisco favorito: um pacote de biscoitos. Initial plugin text Gaylord disse à estação de notícias ABC10 que ela não poderia pedir por um animal melhor. "Imagine a lealdade de ficar, na pior das circunstâncias, e continuar aqui esperando", disse ela. "O trabalho instintivo deles é tomar conta de rebanhos e nós somos parte deles", disse Gaylord sobre seus cachorros. "É uma sensação reconfortante."