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Câmara de Comércio e Indústria Brasil - Belarus

Agência Belarusa de Amparo dos Investimentos Estrangeiros, S.A.

Dirigindo-se à Agência Belarusa para a Ajuda aos Investimentos Estrangeiros (BASII) na Belarús, pode-se acelerar de maneira significativa a busca de prováveis parceiros comerciais, e ao mesmo tempo diminuir os gastos relacionados ao assunto. BASII oferece ajuda na preparação e posterior manutenção de negociações, assim como na realização de projetos de investimento. A Agência está aberta aos vários tipos de consultas de caráter tanto jurídico como económico. A Agência Belarusa para a Ajuda aos Investimentos Estrangeiros foi criada em dezembro de 1996. Seu objetivo principal é de garantir aos vários tipos de entidades a entrega dum conjunto de documentos analítico-informativos e a execução de projetos de investimento na Belarús, que contêm o capital estrangeiro.
Entre suas funções se encontram:

  • Apresentar informaç ão sobre as melhores possibilidades e formas de investir na Belarús, mediante a utilizaçao de ótimos canais que existem no país, para tirar lucros
  • Dar uma completa informação sobre os projetos de investir que podem ser levados a cabo na Belarús
  • Acumular informação sobre os parceiros que têm interesse de investir
  • Manter contato com correspondentes instituições estatais a pedido do cliente e ajudar na realização de visitas à Belarús
  • Buscar parceiros para o investidor estrangeiro e preparar o parceiro belaruso para a aceitação do investimento, considerando os pedidos específicos do investidor
  • Investigar, no caso que for necessário, em ramos da indústria, em aspectos de atividades comerciais, etc. (com a específica consignação e o estabelecimento do ramo determinado ou das regioes da Belarús).
  • Propor aos prováveis investidores estrangeiros uma base jurídico normativa, em relação aos investimentos estrangeiros na Belarús, assim como informação sobre os recursos humanos do país, o seu regime aduaneiro e outras particularidades específicas
  • Garantir aos investidores estrangeiros informação sobre o programa de privatização e decentralização na Belarús, e a ajuda na integração deste programa
  • Acumular, analisar e entregar informação sobre as empresas que possuem capital estrangeiro na Belarús
  • Apoiar o cliente nao só no começo das suas atividades no território belaruso mas também acompanhar o seu projeto no futuro

Assim mesmo, a Agência se dedica à organização de presentações e exibições em férias para empresas. Ao mesmo tempo garante a presença de interessados que querem encontrar o seu cliente. BASII também realiza outros encargos a pedido de investidor estrangeiro, que podem contribuir para o desenvolvimento de sua atividade na Belarús.

Referências:
Diretor Geral: Vadim Titovets
Av.Masherova, 7, 220004 MINSK
República da Belarús
Tel|Fax: (+375 17) 211.28.26, 226.51.75
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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Politica internacional

  • Denis Mukwege e Nadia Murad receberão prêmio na segunda-feira. 'Este Nobel não fará a violência desaparecer, nem os ataques a mulheres, grávidas, crianças, bebês. Mas nosso objetivo é que o prêmio abra portas', diz Murad. Os vencedores do prêmio Nobel da Paz 2018, Denis Mukwege e Nadia Murad, assinam o livro de laureados durante entrevista coletiva em Oslo, no domingo (9) Heiko Junge/NTB Scanpix/AFP Os vencedores do prêmio Nobel da Paz, o médico congolês Denis Mukwege e a yazidi Nadia Murad, ex-escrava de extremistas, disseram neste domingo (9) esperar que o prêmio ajude a dar fim à impunidade dos autores de violências sexuais. O ginecologista de 63 anos e a jovem iraquiana, de 25, receberão nesta segunda-feira em Oslo o Nobel atribuído conjuntamente por sua luta contra o estupro como "arma de guerra". "Este prêmio Nobel não fará a violência desaparecer, nem os ataques a mulheres, grávidas, crianças, bebês", declarou Murad à imprensa. "Mas nosso objetivo é que o prêmio abra portas, e já é o caso", acrescentou. Como outras milhares de mulheres yazidis, Murad foi submetida à escravidão sexual pelo grupo extremista Estado Islâmico após uma ofensiva no Iraque em 2014. Após conseguir escapar, a jovem, cuja mãe e seis irmãos foram assassinados, luta para que a perseguição ao povo curdo seja reconhecida como genocídio. "Nenhum membro do Estado Islâmico foi julgado. Já não estão no Iraque, mas vemos que os estupros continuam como arma de guerra", destacou. Denis Mukwege atende vítimas de violência sexual há duas décadas no hospital de Panzi, fundado no Bukavu, leste da República Democrática do Congo (RDC), região afetada pela violência crônica. "A denúncia não é suficiente, é preciso agir", disse em coletiva de imprensa. "Nos conflitos armados, (...) a transformação dos corpos das mulheres em campo de batalha é um ato inadmissível em nosso século", acrescentou. O prêmio Nobel da Paz é composto por uma medalha de ouro, um diploma e um cheque de 9 milhões de coroas suecas (US$ 993 mil, ou cerca de R$ 3,9 milhões).

  • Ricardo Takamitsu vive na Itália há doze anos e hoje tem quatro restaurantes de comida japonesa, três em Roma e um em Estocolmo, na Suécia. Ricardo Takamitsu (centro), brasileiro, sushiman na Itália com sua equipe Ricardo Takamitsu/Arquivo pessoal Conquistar o exigente paladar dos italianos com a cozinha japonesa não é uma tarefa fácil. O brasileiro Ricardo Takamitsu alcançou este objetivo. Ele vive na Itália há doze anos e hoje tem quatro restaurantes de comida japonesa, três em Roma e um em Estocolmo, na Suécia. Takamitsu nasceu em São Paulo em 1982, sua mãe é japonesa e seu pai mineiro. A carreira dele começou lavando pratos num restaurante japonês no bairro paulistano da Liberdade. Em seguida, mudou-se para o Japão para conhecer melhor a língua e a culinária local. Foi então que surgiu a oportunidade de vir à Itália trabalhar num restaurante em Nápoles, para auxiliar seu ex-chefe, para quem trabalhava no Brasil. “Foi uma escolha muito arriscada porque o sushi japonês tradicional já existia. A primeira pergunta que fiz foi: Será que os romanos vão gostar desta cozinha fusion? Porque a gente sabe que o sushi no Brasil tem tanta mistura, tanta maionese, tanto frito, que pode não ser bem aceito aqui na Itália", diz. "Então tive a ideia de tentar usar tudo mais equilibrado:  em vez de colocar tanto alho, reduzir a quantidade de alho e comer a comida deles para entender do que gostavam. Isso me ajudou muito. Hoje meu um sushi é um sushi mediterrâneo, mas sempre com a alma brasileira”, descreve. Os quatro restaurantes estão localizados em bairros nobres das capitais italiana e sueca. Na decoração dos restaurantes predominam as cores fortes. Nas paredes há frases escritas em português. “As cores de todos os restaurantes são sempre verde, azul. Quando a pessoa entra já sabe que está num pedacinho do Brasil. Eles vêm procurar este ambiente, tomar caipirinha de cachaça”. Ricardo Takamitsu quer abrir outras filiais do restaurante em toda Itália. Segundo ele, o segredo do sucesso é saber unir elementos de três países: Itália, Japão e Brasil. Sambamaki “No meu prato tem a criatividade brasileira, tem o equilíbrio italiano, com o japonês a execução perfeita. Acho que a mistura destas três almas tá levando a gente a esta conquista de Roma. Hoje a gente tem três restaurantes em Roma, a probabilidade é que nos próximos cinco anos a gente tenha nove restaurantes na Itália.” O nome escolhido não foi por acaso: Sambamaki, afinal um brasileiro chefe de cozinha japonesa na Europa dá samba. “Para quem não sabe, maki quer dizer enrolado. Então se vocês pensam no temaki, "te" em japonês é mão e "maki" é enrolado. Sambamaki é o samba enrolado. Então todos os nomes dos pratos eu tento colocar sempre o samba”. A prioridade de Ricardo Takamitsu é empregar brasileiros. “Tento trazer o maior número de brasileiros para trabalhar. Hoje contamos com cerca de 45 profissionais em Roma, provavelmente 70% são brasileiros. Os cargos mais importantes são dos brasileiros", ressalta. "Isso é muito interessante, o brasileiro tem aquela piadinha que o europeu não tem. As vezes o senso de humor faz toda a diferença, porque o cliente quer relaxar." O talento de Ricardo Takamitsu conquistou também o público da televisão italiana. Ele participou de vários programas sobre culinária, entre eles, “La prova del cuoco” no canal Rai1, com uma audiência de quase 2 milhões de espectadores. Na TV, o chef brasileiro ficou famoso também pelo rigoroso respeito pela higiene. “Aqui na Itália, uma das coisas que me dá muito orgulho é o fato de ter sido reconhecido como precursor desta cozinha nipo-brasileira. Este programa deu tão certo que já foi reprisado quatro vezes. Sou reconhecido na rua. Quando estou numa cozinha no norte ou no sul da Itália, as pessoas dizem: ah, você é o Ricardo chefe”. A mistura cultural de Ricardo Takamitsu não é só no restaurante. A sua mulher é ucraniana, com a qual tem duas filhas pequenas. "Meu pai vem de Ouro Preto em Minas, meu pai é escuríssimo, muito mais escuro do que eu. Eu nasci caramelo, é uma cor estranha. Tenho olho puxado e a pele escura, sou um mix. Sou um brasileiro com muito orgulho e com muito amor”.

  • Nove partidos políticos e duas alianças eleitorais disputam as 101 cadeiras do Parlamento armênio. Os armênios foram às urnas neste domingo (9) para eleger um novo Parlamento em eleições antecipadas provocadas pelo primeiro-ministro Nikol Pashinian. O ex-chefe do governo, que conquistou o poder após uma série de manifestações, espera conseguir maioria e reforçar seu poder. Nove partidos políticos e duas alianças eleitorais disputam as 101 cadeiras do Parlamento armênio. Segundo a legislação em vigor, um partido precisa alcançar um mínimo de 5% dos votos para obter representação parlamentar, enquanto uma coalizão eleitoral deve chegar a 7%. O ex-jornalista Nikol Pashianian chegou ao poder em maio passado, após liderar por várias semanas grandes manifestações contra o governo anterior. O Parlamento segue, porém, sob controle do Partido Republicano, do ex-presidente armênio Serzh Sargsian. Nikol Pashinian e sua esposa visitam o Museu De Orsay em Paris, em novembro de 2018. Benoit Tessier / Reuters Diante dessa configuração política, Pashianian renunciou em 16 de outubro para forçar eleições antecipadas. Agora, espera obter maioria parlamentar nesta ex-república soviética do Cáucaso. "Depois das eleições, desenvolveremos a democracia na Armênia e faremos uma revolução econômica", disse Pashinian, após votar em Erevan. Luta contra a corrupção Depois de promover um ambicioso projeto de luta contra a corrupção, Pashianian prometeu "uma revolução econômica" em um país que tem 30% de sua população vivendo abaixo do limiar da pobreza, de acordo com dados oficiais. O ex-premiê promete "firmar, primeiro, uma aliança estratégica com a Rússia e, ao mesmo tempo, reforçar a cooperação com os Estados Unidos e com a União Europeia". Segundo os analistas, as eleições acontecem no momento em que Pashianian conta com grande popularidade. Em setembro, seu partido político obteve uma esmagadora vitória nas eleições municipais da capital Erevan, com mais de 80% dos votos em uma cidade onde vivem 40% da população do país. Os primeiros resultados oficiais devem começar a ser anunciados na segunda-feira de manhã.