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Câmara de Comércio e Indústria Brasil - Belarus

Cultura e turismo

Belarus is often called a land of blue lakes. And really, over 4 percent of the territory of the country is covered with lakes. About 1/3 of the land area of Belarus is covered with mixed and evergreen forests. An integral part of Belarusian landscape are bogs, they cover about 13 percent of the territory, and have a great climatic and hydrogeological importance. The principal rivers are Dnieper, Western Dvina, Pripyat and Neman. Belarus is rich in ground mineral water and healing mud. A favourable climate is specific for Belarus - moderately-continental, humid, the average temperature in January is -6°C, in July - +18°C, the annual precipitation rate is 550-700 mm. Such wealth of nature of Belarus is attracting tourists from abroad, and is in permanent demand in citizens of the Republic. The state is taking care about protecting the landscapes of the country. For this purpose 4 National Parks have been opened in Belarus: "Belovezhskaya Pushcha", "Narochansky" "Braslavskiye Ozera" and "Berezinsky", as well as other reserve territories included into the system of tourism. Belarus is prominent for its cultural and historical heritage and favourable transport and geographical position in the middle of tourist routes between Western Europe, Russia, Scandinavia and Asia. On the territory of the Republic of Belarus there is the town of Novogrudok, the capital of Great Princedom of Lithuania, palaces and castles of richest magnates of Rzech Pospolita and Russian Empire, ancient monasteries and temples, in many towns districts preserved with valuable monuments of architecture, history and culture. They are the Sofia Cathedral and Spaso-Preobrazhenskaya Church in Grodno, church in the village of Synkovichi, castles in Krove, Nesvizh, Mir, ensemble of Nikolsky monastery in Mogilev, and many others. Belarus has history in common with Russia, Lithuania, Poland and Ukraine. This is the birthplace of F. Skoryna, P. Mstislavets, T. Kostyushko, A. Mitskevich, M. Oginsky, E. Ozheshko, places related to creative work of A. Pushkin, F Dostoyevsky, I. Repin, M. Chagal, and other prominent figures of culture of Belarus and neighbouring peoples. The Republic has multiple possibilities to accommodate foreign visitors. Fourteen tourist hotels, nine tourist bases and camping, a network of restaurants and cafes with various kitchen are ready to accept and serve the guests. For disposal of tourists there is the Theater of Opera and Ballet, Theater of Musical Comedy, Philharmonic Society, the Belarusian State Circus. Besides, high-level services are available for foreign tourists: from hunting tours to topical excursions. Over 550 enterprises and organizations in the Republic go in for tourism. The major of them are: NTK "Belinturist" (tel.: 26-07-93, 26-98-40), RTEPO "Belarusturist" (tel.: 23-26-94, 26-94-85), ZAO "Belorusski Sputnik" (tel.: 22-34-82, 22-37-47), ZAO "Alatan-tur" (tel.: 29-32-61, 76-84-22), GTTP "Dor-tur" (tel.: 96-39-63, 22-30-13). The state body to regulate tourist and excursion activities on the territory of the Republic of Belarus is the Ministry of Sports and Tourism (220600, Minsk, No. 8-2 Kirova St.), tel.: 20-46-82, 26-06-89, fax: 27-76-22.

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Politica internacional

  • De acordo com o serviço europeu de monitoramento de terremotos, o tremor atingiu magnitude 6,4. O Observatório turco Kandilli informou, por sua vez, que o sismo teve magnitude 5,6. Um forte terremoto sacudiu o sudoeste da Turquia nesta quarta-feira (20). De acordo com o serviço europeu de monitoramento de terremotos, o tremor atingiu magnitude 6,4. O Observatório turco Kandilli informou, por sua vez, que o sismo teve magnitude 5,6 e ocorreu na província de Denizli. Não há relatos sobre danos ou vítimas. O terremoto foi registrado a uma profundidade de 10 km e sacudiu região 8 km ao sul da cidade de Acipayam.

  • Ex-atleta John Viáfara defendeu a seleção de seu país e venceu a Libertadores em 2004 pelo Once Caldas, foi preso em Cali. EUA pediram sua extradição. O ex-jogador John Viáfara, que defendeu a seleção colombiana e campeão da Taça Libertadores da América em 2004 pelo Once Caldas, foi preso nesta terça-feira (19) na cidade de Cali, acusado de tráfico de drogas, crime pelo qual tem um pedido de extradição feito pela Justiça dos Estados Unidos. A operação, em que outras quatro pessoas também foram presas, foi realizada pela polícia colombiana com o apoio de agentes do Departamento Americano Antidrogas (DEA, sigla em inglês), informou uma fonte da Promotoria do país sul-americano. Viáfara, segundo a acusação, fazia parte de uma rede de narcotraficantes que enviava cocaína para os EUA, que solicita a extradição por crimes relacionados ao tráfico de drogas. A investigação, iniciada nos EUA, afirma que Viáfara conspirou para enviar cocaína àquele país. Este caso lembra aos outros jogadores que foram presos por crimes de narcotráfico. O mais recente foi Diego León Osorio, que em fevereiro foi condenado a cinco anos de prisão domiciliar após ser considerado culpado de tráfico, fabricação e venda de narcóticos.

  • Centenas de pessoas, principalmente muçulmanas, se reuniram em um cemitério próximo à mesquita de Linwood, para se despedir de Khalid Mustafa, de 44 anos, e seu filho Hamza, 15. Enterro de primeiras vítimas de massacre em mesquitas de Christchurch, na Nova Zelândia Anthony Wallace / AFP Photo Um refugiado sírio e seu filho foram enterrados nesta quarta-feira (20) na Nova Zelândia, nos primeiros funerais de vítimas do atentado contra duas mesquitas em Christchurch. Centenas de pessoas, principalmente muçulmanas, se reuniram na manhã desta quarta em um cemitério próximo à mesquita de Linwood, o segundo alvo do ataque da sexta-feira (15), quando um supremacista branco australiano armado com um fuzil matou 50 fiéis. A multidão se despediu de Khalid Mustafa, 44 anos, e de seu filho Hamza, 15. A família Mustafa chegou à Nova Zelândia no ano passado como refugiada da guerra civil na Síria. Zaid, 13 anos, outro filho de Mustafa, foi ferido no ataque mas sobreviveu e assistiu ao enterro em uma cadeira de rodas. O refugiado afegão Abdul Aziz, que enfrentou o atirador na mesquita de Linwood, também compareceu ao enterro. Enterro de primeiras vítimas de massacre em mesquitas de Christchurch, na Nova Zelândia William West / AFP Photo A dor pela perda dos entes queridos foi ampliada pelo fato de que as autoridades não entregaram os corpos no prazo de 24 horas para o enterro, como determina a tradição muçulmana. Até o momento, apenas seis corpos das 50 vítimas foram liberados pelas autoridades, que afirmam fazer o possível para acelerar as autopsias e a identificação das vítimas. O comissário Mike Bush explicou que o processo é lento diante da necessidade de identificar os corpos e a causa da morte sem qualquer dúvida, para não prejudicar o processo judicial. "Seria imperdoável entregar a uma família o corpo incorreto". Até o momento foram identificadas 21 vítimas, assinalou Bush. A primeira-ministra Jacinda Ardern visitou nesta quarta o colégio Cashmere, onde estudavam Hamza, Zaid e outra vítima, Sayyad Milne, de 14 anos. Ao ser perguntada por um aluno sobre como se sentia, Ardern respondeu: "Estou triste". O supremacista branco australiano Brenton Tarrant matou os 50 fiéis nas duas mesquitas alegando lutar contra o que considera "invasores" muçulmanos e contra o islamismo radical. 'Declarações ofensivas' O primeiro-ministro australiano Scott Morrison anunciou nesta quarta-feira que convocará o embaixador turco em Canberra pelas declarações "muito ofensivas" do presidente Recep Tayyip Erdogan sobre os ataques. Erdogan apresentou os ataques perpetrados pelo australiano como um atentado à Turquia e ao Islã e advertiu os antimuçulmanos daquele país que eles sofrerão o mesmo destino que os soldados de Gallipoli - uma sangrenta batalha da Primeira Guerra Mundial. Gallipoli foi uma batalha da Primeira Guerra Mundial em que os otomanos deram uma sangrenta derrota a uma força aliada composta basicamente de australianos e neozelandeses. "O presidente turco Erdogan fez declarações que considero muito ofensivas para os australianos e muito insensatas nesta delicada situação", disse Morrison. "Espero e pedi que esclareçam estes comentários, que se retratem", afirmou o premiê, avaliando que as declarações sobre a Austrália e sobre a resposta da Nova Zelândia ao ataque às mesquitas foram "infames".